quinta-feira, 21 de junho de 2018

Campista assassinada dentro de casa vivia de jogo de apostas


A campista Carmem Ângela Mahon, que foi assassinada morta por espancamento e por golpes de enchada e teve o corpo encontrado na manhã desta quarta-feira (20), era envolvida com jogo de apostas, segundo o delegado responsável pelas investigações, Luis Mauricio Armond.
De acordo com Armond, a dívida que o autor do crime tinha com a vítima, foi o principal motivo do assassinato. “A dona Ângela, com era conhecida, era envolvida com jogo de apostas de futebol, popularmente conhecido como pulha, mas nunca cobrou os endividados de maneira agressiva. Os familiares contaram que o autor do crime tinha uma alta dívida com ela e que, recentemente, havia dado uma moto no valor de R$ 4 mil para quitar parte do valor”, contou.
Ainda de acordo com a Polícia Civil, o suspeito, um rapaz de 29 anos e que não teve o nome divulgado pela polícia durante a coletiva, nega o crime. Ele justifica os indícios, principalmente as marcas de sangue encontrada em uma bermuda e na parede da casa onde mora, como um acidente de bicicleta que sofreu após uma partida de futebol.
Até o momento, a motocicleta não foi encontrada pelos policiais. O criminoso foi encaminhado para à Casa de Custódia de Campos, onde permanecerá preso até o julgamento.

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